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David

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Predefinição:Info/Nobre Predefinição:Imagem múltipla David (português europeu) ou Davi (português brasileiro),[n 1][1]comumente conhecido pelos cristãos ortodoxos como São David, filho de Jessé, o efrateu, do clã de Perez[n 2], descendente de Judá, David nasceu em Belém (ca. 1 040 a.C.), e foi o segundo rei sobre todo o Reino Unificado de Israel, após a morte de Isboset, sucessor de Saul, filho de Quis, com a capital em Jerusalém[n 3][2][3][4][5]. Isso foi antes de sua cisão, após Salomão, vindo Jeroboão, a ser o primeiro rei de "Israel dividida" (dez tribos, "Reino do Norte"), e Roboão, filho de Salomão o primeiro rei de Judá (remanescente, duas tribos, "Reino do sul"). Saul fora escolhido rei pelo povo; a Davi, YHWH escolhera-o e ungira-o rei[6].

As descobertas arqueológicas da Estela de Tel Dã e a Pedra Moabita onde são encontradas citações ao Reino de Judá e a Casa de David,[7][8][9][10] colocando, o reino de Judá e a Dinastia de David, num contexto histórico extrabíblico, desmitificando, a crença iluminista, que os colocava como parte da mitologia bíblica (Ver; Crítica bíblica e Crítica à Bíblia),[11] porém, a vida do personagem, David, pode ser descrita apenas através do relato bíblico.[12][13][14][15][16][17][18][19]

A Igreja Católica considera Davi um santo, sendo sua festa litúrgica o dia 16 de Dezembro[20]

Biografia

Os livros de Samuel (I Samuel e II Samuel) tratam de sua vida pessoal e monárquica. David, é descrito como sendo um homem de valor, chamando à atenção de Saul por sua habilidade como músico, era um harpista, o que lhe rendeu um lugar no circulo real, posteriormente, com as batalhas contra os filisteus ficou reconhecido como um grande guerreiro e Saul deu sua filha Mical, como esposa, Jônatas o filho do rei, tornou-se amigo íntimo. Quanto a descrição de David como um homem de guerra, combateu os filisteus na cidade de Keilah, mas, quando Saul o considerou um rebelde, fugiu para o deserto, um lugar à margem da sociedade, David reuniu um pequeno exército, dando inicio à sua vida mercenária, servindo como um mercenário para os Filisteus (rei Aquis de Gat) e defendendo a cidade de Ziclag por um ano e quatro meses, foi nessa época que David ganhou fama e tornou-se realmente um adversário para Saul (como líder) e uma força a ser temida pelos filisteus, que até o chamaram de rei da terra.

Devido a narrativa truncada entre os capítulos 16 e 17 do primeiro Livro de Samuel, há historiadores que destacam o fato do Davi músico e tocador de harpa ser uma tradição distinta do Davi como uma figura de guerra tal qual descrita anteriormente, tradição esta posteriormente anexada à saga do personagem[21].

Com a morte de Saul e três de seus filhos na batalha de Gilboa, Israel havia perdido parte do território a oeste do Jordão, enquanto Isboset, o sucessor de Saul, ficou a leste, em Maanaim, com apoio de Abner, o general de Saul. Em Samuel (II Sm. 4), é relatado a morte de Isboset por seus próprios homens, Davi os executando, assim como fez com o amalequita que havia trazido a notícia da morte de Saul (embora não sendo o amalequita responsável da morte de Saul (l Samuel 31.3-6), ele disse a Davi que o havia matado, achando que ganharia honras da parte de Davi) em consequência disso, David acabou tornando-se rei de Judá e Israel ungido em Hebrom.[4][17][22][23][24]

David consolidou o Reino Unificado de Israel, após derrotar a tribo cananeia dos jebuseus, tornou Jerusalém como sua capital política, centro religioso e residência real, transferindo para ela o antigo santuário nacional, a Arca da Aliança, em uma procissão solene com sacrifícios, na qual ele mesmo figurou proeminentemente como um adorador e celebrante. Em memória de suas migrações no deserto, a Arca foi inicialmente colocada em uma tenda. David pensou em construir um templo magnífico para ele em Jerusalém, mas foi dissuadido pelo profeta Natã.[n 4]

Segundo a narrativa bíblica, o Rei David liderou o povo com sucesso em excursões contra outros povos, fez alianças políticas com outros reis e chefes, uma dessas alianças sendo selada com o casamento e reunindo um harém. Em Jerusalém, David nomeou um conselho de sábios, criou um exército que incluía uma guarda de honra e um guarda real para o palácio. Para isso, David sujeitou às tribos de Israel (Judá, não foi taxada) tributando-os para abastecer os exércitos e os projetos de construção. Criou um sistema feudal de partição de terras sob a coroa, substituindo assim o antigo sistema de divisões tribais.[25][24][23][26][27]

David e Golias

Ver artigo principal: Golias

Golias de Gate era o campeão dos filisteus, que tinham acampado entre Socó e Azeca contra Saul e os homens de Israel dispostos para a batalha no vale de Elá. Ele é descrito como tendo seis côvados e um palmo de altura (2,92 metros), tendo em sua cabeça um elmo de bronze, e usando uma cota de malha pesando cinco mil siclos de bronze (57 kg), com grevas de bronze sobre suas pernas e um alvo ou cetro de bronze entre seus ombros. Diz-se que o bastão de sua lança era como um feixe de tecelão, a cabeça da lança pesando seiscentos siclos de ferro (6 quilogramas). Insolentemente desafiando Israel a designar um deles para enfrentá-lo em combate único, com a condição de que, o povo que o campeão for morto, tornariam-se escravos. Davi, é enviado por seu pai com algumas provisões para o exército de Israel, ouve o desafio do gigante, indagando que recompensa haverá para o homem que ousar encontrar o monstro, Saul ouve David e o envia, ao estar armado com à armadura de Saul, David descobre que ela impede sua marcha, então ele a descarta, pega seu cajado e escolhe cinco pedras lisas do riacho para serem usadas em seu estilingue (funda) [...] David vence Golias, com uma estilingada entre os olhos.[n 5][n 6][n 7]

David e Bate-Seba

Ver artigo principal: Bate-Seba

Durante um cerco contra a capital amonita de Rabá , David permanece em Jerusalém. Ele espia uma mulher, Bate-Seba, tomando banho em um telhado próximo e a convoca; ela fica grávida. O texto na Bíblia não declara explicitamente se Bate-Seba consentiu ou não. David chama seu marido, Urias, o hitita, de volta para descansar, esperando que ele vá para casa, para sua esposa, e acredite que a criança seja dele. Urias não "visita" sua esposa, por isso David conspira, indiretamente matá-lo. Na manhã seguinte, escreveu Davi a Joabe uma carta, dizendo o seguinte: "Ponde Urias na frente, no mais forte da batalha, e retirai-vos dele para que seja ferido e morra". David então se casa com a viúva, Bate-Seba. Em resposta, Natã profetiza a punição que cairá sobre ele, afirmando que "a espada nunca se afastará de sua casa." Quando David reconhece o pecado, Natã o conforta e diz, seu pecado é perdoado e não morrerá, mas a criança essa morrerá. Em cumprimento às palavras de Natã, o filho de David, depois de sete dias de vida, morreu (I Sam 12:18). Além disso, Absalão, alimentado pela vingança e desejo pelo poder,[28] se rebela e morre.

David e Natã

Ver artigo principal: Natã

Com a morte do filho de Saul, os anciãos de Israel vêm a Hebrom e David é ungido rei de todo o Israel. Ele conquista Jerusalém , anteriormente uma fortaleza jebusita, e faz dela sua capital. Ele traz a Arca da Aliança para a cidade, com a intenção de construir um templo para Deus, mas o profeta Natã o proíbe, profetizando que o templo seria construído por um de seus filhos. Natã também profetiza que Deus fez um pacto com a casa de David declarando: "o seu trono será estabelecido para sempre." David obtêm vitórias sobre os filisteus, moabitas, edomitas, amalequitas, amonitas e o rei Hadadezer de Arã-Zobá.[n 8]

David e Absalão

Ver artigo principal: Absalão

A história da revolta de Absalão coloca Davi como um pai amoroso porém, fraco, que não podia controlar seus filhos rebeldes. O ressentimento de Absalão pelo fracasso de seu pai em punir seu meio-irmão, Amnom, por estuprar sua irmã (de Absalão), Tamar, leva-o a assassinar Amnom e depois revoltar-se contra David. David, completamente tomado de surpresa, teve que fugir pelo Jordão, ele reuniu sua velha e bem-sucedida tropa e as forças de Absalão foram desbaratadas na batalha do Bosque de Efraim, montado em uma mula, ele é pego por seus longos cabelos nos galhos de uma árvore onde, contrariando a ordem de David, é morto por Joabe, o comandante do exército de David. David lamenta a morte de seu filho favorito: "Ó meu filho Absalão, meu filho, meu filho Absalão! Eu teria morrido em teu lugar, ó Absalão, meu filho, meu filho!" até que Joabe o convence a se recuperar da extravagância de sua dor e cumprir seu dever para com seu povo. David, é escoltado através do rio Jordão de volta à Jerusalém pelas tribos de Judá e Benjamim.[n 9]

David e Adonias

Ver artigo principal: Adonias (filho de David)

Adonias, após a morte de Absalão, reuniu em torno de si um sacerdote, Abiatar, e o comandante do exército de Israel, Joabe. Esse grupo tentou coroar Adonias rei de Israel, em meio a uma festa na fonte de Ein-Rogel, onde Adonias ofereceria sacrifícios, na presença da corte e de todos seus irmãos, filhos do rei Davi, exceto Salomão. Contudo, o partido de Salomão, do qual faziam parte a sua mãe, Bate-Seba, o profeta Natã, o sacerdote Zadoc e o comandante Benaiá, reagiram rapidamente.[n 10]

David e Salomão

Ver artigo principal: Salomão

Bate-Seba e Natã vão a David e obtêm seu acordo para coroar Salomão, filho de Bate-Seba, de acordo com a promessa anterior feita por David, a revolta de Adonias é derrubada. Davi morre aos setenta anos de idade após reinar por sete anos como rei de Judá e trinta e três em Jerusalém como rei de todo o Israel,[n 11] em seu leito de morte aconselha Salomão a andar nos caminhos de Deus e se vingar de seus inimigos.[n 12]

David e os Salmos

Ver artigo principal: Livro de Salmos

À Davi atribui-se diversos salmos da Bíblia (cerca de 73). Alguns críticos modernos, contudo, contestam a autoria de Davi e alegam se tratar de pseudo-epígrafe, procurando provar que alguns salmos são historicamente datados após a morte de Davi, porém, os Salmos atribuídos à David, são: Salmos 3–9 / Salmos 11–41 / Salmos 51–65 / Salmos 68–70 / Salmo 86 / Salmo 101 / Salmo 103 / Salmos 108–110 / Salmo 122 / Salmo 124 / Salmo 131 / Salmo 133 / Salmos 138–145.

Dados arqueológicos

Ver artigo principal: Arqueologia bíblica

Com a arqueologia e a descoberta da Estela de Tel Dã por um rei em comemoração, pela conquista sobre à casa de David, onde o texto segue descrevendo como ele conquistou e derrubou o lugar de adoração da divindade da casa de David e erguendo em seu lugar um lugar de adoração ao seu deus. A Pedra Moabita datando do mesmo período, fazendo menção à Israel de Onri e seus filhos. O relevo do faraó Sisaque I, um relevo dedicado a Amom-Ra, onde o faraó faz um relato de suas conquistas no Oriente Próximo, que segundo o egiptólogo e historiador bíblico Kenneth Kitchen, consta uma citação que diz "O lugar alto de David" mas, devido ao fato do relevo ter sido danificado na época do Império Otomano, sua interpretação passa a ser questionável. A partir destas descobertas, a data de existência de David pode ser determinada em, ca. 1040-970 a.C., junto ao relato bíblico, tendo reinado sob Judá em ca. 1010-1 003 a.C. e sobre todo o Reino Unificado de Israel ca. 1003-970 a.C.[29][30][31][32][33][34]

Notas

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
  1. [[:s:Tradução Brasileira da Bíblia/Rute/
    1. REDIRECIONAMENTO Predefinição:Números romanos#4:18|Rute 4:18-22]]: Dawid bn YaxayDAVID — em Predefinição:Nome hebraico; Predefinição:Lang-grc; Predefinição:Lang-la; Predefinição:Lang-gez, Dawit; Predefinição:Lang-xcl, Dawitʿ; Predefinição:Lang-cu, Davidŭ; Em árabe.: داود; possivelmente significando "amado"
  2. O nome de sua mãe é citado no Talmud (Bava Batra 91a): Natzvat bat Ada’el. Em português, encontrado com o nome de Nitzevet filha de Adael,
  3. I e II Samuel
  4. [[:s:Tradução Brasileira da Bíblia/II Samuel/
    1. REDIRECIONAMENTO Predefinição:Números romanos#7:1|II Samuel 7:1-17]]
  5. Na literatura árabe, veja: Alcorão, surah 2:250-252
  6. Na literatura rabínica, veja: Tan. Wayiggash 8, Yalḳ, Targum para I Samuel 17:8, Êxodo Rabbah 3, Sanhedrim 95a e Midrash Golyat, Jellinek, "B. H." 4:140 e segs.
  7. Para uma visão crítica, veja: Wellhausen, "Die Composition des Hexateuchs," etc., 3d ed., p. 249; Kuenen, "Historisch-Kritische Einleitung in die Bücher des Alten Testaments," i., part 2, p. 61; Budde, "Richter und Samuel," p. 210
  8. [[:s:Tradução Brasileira da Bíblia/II Samuel/
    1. REDIRECIONAMENTO Predefinição:Números romanos#5:1|II Samuel 5:1]] - 8: 14
  9. [[:s:Tradução Brasileira da Bíblia/II Samuel/
    1. REDIRECIONAMENTO Predefinição:Números romanos#15:1|II Samuel 15:1]] - 19:17.
  10. [[:s:Tradução Brasileira da Bíblia/I Reis/
    1. REDIRECIONAMENTO Predefinição:Números romanos#1:1|I Reis 1:1-27]]
  11. [[:s:Tradução Brasileira da Bíblia/II Samuel/
    1. REDIRECIONAMENTO Predefinição:Números romanos#5:4|II Samuel 5:4]]
  12. [[:s:Tradução Brasileira da Bíblia/I Reis/
    1. REDIRECIONAMENTO Predefinição:Números romanos#1:28|I Reis 1:28]]- 2:10.

Referências

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  3. Erro de script: Nenhum módulo desse tipo "Citar enciclopédia".
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  6. Predefinição:Citar Bíblia
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