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Dario III

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Dario III (em persa antigo: Dārayavausch), dito Codomano (em latim: Codomanus;[1] ca. 380 a.C.[[Categoria:Predefinição:Categorizar-ano-século-milénio/1]] – julho de 330 a.C.[[Categoria:Predefinição:Categorizar-ano-século-milénio/1]] [2]) foi o último do Império Aquemênida de 336 a 330 a.C.

Seu antecessor foi Artaxerxes IV, que morreu assassinado [3] e era seu primo. O nome da sua mãe era Sisigambis,[4] e o nome do seu pai era Arsanes.[5] Ele era neto de Ostanes,[5] irmão de Artaxerxes II.[6]

Ele reinou por seis anos, até o império Persa ser conquistado por Alexandre, o Grande.[7] De acordo com Eusébio, Alexandre reinou por mais seis anos após a morte de Dario, até o primeiro ano da 114a olimpíada (324 a.C.).[8] De acordo com o Cronographeion Syntomon, Dario foi derrotado por Alexandre em 331 a.C.[9]

Ascensão

Oco (Artaxerxes III) foi um rei muito cruel, e foi assassinado pelo eunuco Bagoas, por envenenamento.[3] Bagoas colocou como rei seu filho mais novo, Arses (Artaxerxes IV),[3] e matou os irmãos do novo rei, que eram menores de idade, de forma a tornar o rei mais fácil de ser dominado, mas Arses ficou indignado com o comportamento de Bagoas e estava preparado para puni-lo, mas foi morto, com seus filhos, no terceiro ano de seu reinado.[10] Com a extinção da casa real, Bagoas chamou Dario, que era filho de Arsanes e neto de Ostanes, para ser rei.[5] Bagoas também tentou matar Dario por veneno, mas o plano foi descoberto, e Dario fez Bagoas tomar o veneno que ele havia preparado.[11]

Reinado

De acordo com Clearco de Soles, Dario oferecia prêmios para quem inventava prazeres para ele, o que fez com que o império e a sua soberania fosse subvertido por prazeres; ele não estava ciente de que estava se destruindo e permitindo a outros tomarem o seu cetro.[12]

Dario levava, para as guerras, suas mulheres.[13] Quando Parmênio capturou Damasco, e se tornou senhor da bagagem de Dario, ele escreveu a Alexandre contando o que tinha capturado: 329 concubinas, todas hábeis na música, 46 homens hábeis em fazer guirlandas, 277 doceiros, 29 especialistas em aquecer pratos, 13 cozinheiros especialistas em preparar leite, 17 especialistas em misturar bebidas, 17 escravos que selecionavam cepas de vinho e 40 perfumistas.[14] Quando Alexandre capturou as filhas e a esposa de Dario, que era de extraordinária beleza, não fez a elas nenhum insulto, mas tratou-as como se Dario ainda reinasse em seu palácio; Dario, com isto, agradeceu ao Sol, e rezou para que ou ele, ou Alexandre, fosse rei.[13]

No cinema

Referências

  1. Demandt, Alexander (2009). Alexander der Grosse : Leben und Legende. Munique; Alemanha: Beck. p. 13 
  2. Waldemar, Heckel (2002). The Wars of Alexander the Great: 336–323 BC. Estados Unidos: Bloomsbury. p. 24 
  3. 3,0 3,1 3,2 Diodoro Sículo, Biblioteca Histórica, Livro XVII, 5.3
  4. Quinto Cúrcio Rufo, Hist. Alexandri, X.5.21 [la] [fr]
  5. 5,0 5,1 5,2 Predefinição:Citar diodoro sículo
  6. Plutarco, Vidas Paralelas, Vida de Artaxerxes (II) 1.1
  7. Eusébio de Cesareia, Crônicas, 21. Reis dos Persas [em linha] [em linha]
  8. Eusébio de Cesareia, Crônicas, 41.
  9. Chronographeion Syntomon, 21. O reino dos persas [em linha]
  10. Predefinição:Citar diodoro sículo
  11. Predefinição:Citar diodoro sículo
  12. Clearco de Soles, Vidas, citado por Ateneu de Náucratis, O Banquete dos Eruditos, Livro 12 [em linha]
  13. 13,0 13,1 Ateneu de Náucratis, O Banquete dos Eruditos, Livro 13 [em linha]
  14. Carta de Parmênio a Alexandre, o Grande, citada por Ateneu de Náucratis, O Banquete dos Eruditos, Livro 13 [em linha]
  15. Rotten Tomatoes, Alexander the Great (1956) [em linha]
  16. Rotten Tomatoes, Alexander (2004) [em linha]
Precedido por:
Artaxerxes IV
xá aquemênida
335 a.C.332 a.C.
Sucedido por:
Alexandre III Magno
Faraó
335 a.C.332 a.C.
31ª Dinastia
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